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Foto ilustrativa |
A organização do Rally Cerapió 2010, o maior rally de regularidade da América Latina já definiu as equipes que farão a sinalização e vistoria de todo o percurso do Rally Cerapió 2010. A inovação e quesito a mais de segurança para este ano, edição de 23 anos do evento, é que foi contratada e preparada equipes “Coelho” não apenas equipada com motos, mas também equipes fazendo todo o percurso em carros 4x4. Assim, como nos anos anteriores, o rally contará com equipe “Coelho”, viajando 24 horas antes da largada da prova de regularidade com o objetivo de sinalizar a trilha, e ainda as equipes “Abre-trilha”, largando uma hora antes da prova começar, com o objetivo de checar o trabalho realizado pelos ‘coelhos’, e ainda uma equipe fecha-trilha, com pilotos trabalhando na varredura de todo o percurso da prova de regularidade, equipada de motos, carro 4x4, paramédicos e apoio mecânico. Ao todo, 13 pessoas fazem o trabalho nas três equipes: Coelho, Abre-trilha e Fecha-trilha.
O diretor geral do Rally Cerapió, Ehrlich Cordão, informou que a presença de motos e carros nesse trabalho técnico é uma segurança a mais e tranqüilidade para a organização, para os competidores e para a própria equipe técnica que viaja sozinha em trechos inóspitos fazendo todo o trabalho de sinalização e ressinalização do percurso de mais de 900 quilômetros. “A prova de regularidade é longa e tem quatro dias oficiais. Existem trechos difíceis tecnicamente, onde não é possível fazer referências na planilha e só podem ser percorridos com sinalização. É por isso que uma equipe está sempre 24 horas antes realizando esse trabalho fundamental para que a prova aconteça bem, principalmente em dunas, trechos de campos muitos extensos”, explicou Cordão. “A gente sai 24 horas na frente da prova para sinalizar trechos aonde não tem referências físicas na planilhas, principalmente no primeiro e no último dia. Nesses trechos, a gente sinaliza o percurso com fitas bump e com tinta spray, onde for possível. Isso para que os competidores não saiam muito do percurso e não dê diferença no odômetro. São trechos pequenos e a sinalização acaba aonde o piloto consegue achar uma referência que ele possa navegar normalmente”, acrescentou o piloto da equipe “Coelho” Márcio Braz Filho.
Cordão destaca que o trabalho da equipe Abre-trilha, composta por cinco pilotos, três motos e um carro 4x4, é fundamental para que não haja problemas técnicos na prova, pois é ela que passará todos os dados para a equipe de coordenação e direção de prova das motos, dos carros 4x4 e quadriciclos se algo deu errado, como o transbordamento de um rio ou riacho, a quebra de barreira ou de uma ponte ou uma árvore que caiu e interditou uma passagem.(360 Graus)
Redação Berohokã
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